Tributário
Lucro Presumido
Simule IRPJ, CSLL, PIS e COFINS no regime de Lucro Presumido para as principais atividades empresariais.
Usar calculadora →Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real lado a lado: descubra qual regime gera a menor carga tributária para o seu negócio.
Estimativa anual da carga tributária no Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.
Guia completo
Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real: comparação por margem e setor Guia completo com exemplos, etapas de conferência, riscos, perguntas frequentes e fontes verificadas em 2026.

O regime ideal muda com setor, margem, folha, créditos, benefícios e receita. Simples usa anexos e faturamento acumulado; Presumido usa bases legais; Real parte do lucro contábil ajustado e da não cumulatividade aplicável. A comparação deve transformar todos em carga total sobre o mesmo cenário.
Regime tributário não se escolhe comparando apenas uma alíquota divulgada. A conta precisa reunir faturamento acumulado, atividade, margem, folha, pró-labore, ISS ou ICMS, contribuições previdenciárias e obrigações acessórias.
A questão central deste artigo aparece no primeiro ponto de análise: Comércio, indústria e serviço possuem cadeias de crédito e tributos diferentes. Não use a conclusão de outro setor. O segundo ponto amplia a leitura e impede conclusão por uma única variável: Margem baixa pode aproximar o Real, mas exige escrituração e análise de adições, exclusões e créditos. Prejuízo contábil não garante imposto zero em todas as linhas.
Para Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, esse contexto precisa ser ligado ao caso concreto, e não usado como resposta automática.
Comércio, indústria e serviço possuem cadeias de crédito e tributos diferentes. Não use a conclusão de outro setor.
Margem baixa pode aproximar o Real, mas exige escrituração e análise de adições, exclusões e créditos. Prejuízo contábil não garante imposto zero em todas as linhas.
No Presumido, margem real acima ou abaixo da presunção muda a percepção econômica, mas a base legal continua definida pela atividade.
No Simples, segregação, anexo, Fator R e sublimites podem alterar o resultado. Simule também obrigações fora do DAS.
Localize o documento que sustenta enquadramento e ponto de partida e marque competência, responsável e origem. Depois explique por escrito como essa evidência confirma ou altera a resposta para Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real.
Transforme dados para o cálculo em dois cenários numéricos. Mantenha os demais dados iguais e altere somente a variável descrita neste ponto: Margem baixa pode aproximar o Real, mas exige escrituração e análise de adições, exclusões e créditos. Prejuízo contábil não garante imposto zero em todas as linhas.
Faça um teste de exceção para efeito operacional. Pergunte o que aconteceria se o prazo, o faturamento ou o enquadramento fosse diferente e registre o limite em que a decisão sobre Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real mudaria.
Converta decisão e acompanhamento em uma decisão executável: responsável, ação, vencimento e prova de conclusão. A justificativa deve partir deste dado específico: No Simples, segregação, anexo, Fator R e sublimites podem alterar o resultado. Simule também obrigações fora do DAS.
Três empresas faturam R$ 2 milhões por ano: um comércio com margem de 8%, uma consultoria com margem de 45% e uma indústria com muitos insumos creditáveis. Aplicar a mesma escolha às três ignora cadeia e margem. A comparação separa tributos por setor, folha, créditos possíveis, custo de conformidade e efeito no preço. O Real pode merecer estudo na margem baixa; o Presumido pode aparecer na margem alta; o Simples pode ser competitivo conforme anexo e folha.
O regime ideal muda com setor, margem, folha, créditos, benefícios e receita. Simples usa anexos e faturamento acumulado; Presumido usa bases legais; Real parte do lucro contábil ajustado e da não cumulatividade aplicável. A comparação deve transformar todos em carga total sobre o mesmo cenário. A leitura deve comparar o resultado com a documentação, o período e as alternativas disponíveis. Diferenças pequenas merecem teste de sensibilidade; diferenças grandes merecem uma segunda conferência antes da execução.
| Cenário observado | Encaminhamento inicial |
|---|---|
| Enquadramento e ponto de partida | Verificar a evidência da frente 1: Comércio, indústria e serviço possuem cadeias de crédito e tributos diferentes. Não use a conclusão de outro setor. |
| Dados para o cálculo | Verificar a evidência da frente 2: Margem baixa pode aproximar o Real, mas exige escrituração e análise de adições, exclusões e créditos. Prejuízo contábil não garante imposto zero em todas as linhas. |
| Efeito operacional | Verificar a evidência da frente 3: No Presumido, margem real acima ou abaixo da presunção muda a percepção econômica, mas a base legal continua definida pela atividade. |
| Decisão e acompanhamento | Verificar a evidência da frente 4: No Simples, segregação, anexo, Fator R e sublimites podem alterar o resultado. Simule também obrigações fora do DAS. |
O tratamento de Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real pode variar por atividade, faturamento, localidade, contrato, histórico e atualização normativa. Exemplos arredondados organizam o raciocínio, mas não substituem apuração no sistema oficial nem análise dos documentos reais.
A simulação deve usar pelo menos doze meses e três cenários: conservador, provável e expansão. Uma diferença pequena entre regimes pode desaparecer quando o faturamento muda de faixa, a folha varia ou o município aplica outra alíquota de ISS.
No caso específico de Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, a rotina também deve incorporar a conclusão do exemplo: O regime ideal muda com setor, margem, folha, créditos, benefícios e receita. Simples usa anexos e faturamento acumulado; Presumido usa bases legais; Real parte do lucro contábil ajustado e da não cumulatividade aplicável. A comparação deve transformar todos em carga total sobre o mesmo cenário. A leitura deve comparar o resultado com a documentação, o período e as alternativas disponíveis. Diferenças pequenas merecem teste de sensibilidade; diferenças grandes merecem uma segunda conferência antes da execução. Esse vínculo entre cálculo e processo evita que o resultado fique restrito a uma planilha sem efeito sobre a operação.
Não. Há obrigatoriedade em casos específicos, mas empresas menores podem optar quando permitido e vantajoso.
Não. Tributos sobre receita, folha, consumo e outras bases podem continuar.
Depende do item, operação, documentação e regra. Não estime crédito como percentual genérico.
Carga total, margem, caixa e capacidade de conformidade devem ser lidos juntos.
A melhor resposta para Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real nasce de dados conciliados, comparação de cenários e execução documentada. Use o roteiro para sair de uma dúvida genérica e chegar a uma decisão verificável.
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